sábado, 26 de dezembro de 2009

*** Calorias negativas matam e a fome e aceleram a dieta ***


Para digerir estes alimentos, você gasta mais calorias do que consume


Você certamente tem uma amiga maníaca por calorias. Ela conhece os números de todas as bebidas, salgadinhos, doces e te dos pratos mais complicados. Mas o que pouca gente conhece são os alimentos com as chamadas calorias negativas. É isso mesmo: com eles, você emagrece comendo. Isso porque a digestão desses alimentos queima mais energia do que a contida neles, propriamente. "Essa situação também é conhecida por efeito térmico do alimento ou termogênese", afirma a nutricionista Fernanda Machado, da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição. "Geralmente, os legumes podem ser enquadrados na categoria de alimentos com calorias negativas", afirma a especialista. Na entrevista que você confere a seguir, a especialista explica como funciona o raciocínio e como você pode usá-lo a favor da sua dieta.

1. A quantidade de calorias consumida na digestão é, realmente, alta?
Esse gasto calórico varia conforme o tipo de dieta. Por exemplo, a proteína gasta mais energia (cerca de 25% do total energético ofertado) para ser digerida que o carboidrato e a gordura (cerca de 4%). Quanto mais difícil a digestão, maior o consumo energético. O gasto calórico vai variar conforme o Gasto Energético Basal Gasto Energético Total (gasto de energia diário com o metabolismo) de cada indivíduo, que representa de 5 a 15% do GET.

2. Qual a diferença entre um alimento com calorias negativas e um com zero calorias?
Um alimento com calorias negativas é aquele que possui menos calorias do que ele gasta para ser digerido. É o caso do limão, tangerina, melancia, ameixa, brócolis, aspargo, repolho, pepino, cebola, salsão, abobrinha, berinjela, couve-flor, nabo e pimenta vermelha. Um alimento zero calorias é aquele que não possu nenhum nutriente e que até pode causar doenças caso seja consumido em excesso, como os refrigerantes diet.

3. Alimentos de fácil digestão, como carboidratos simples, têm calorias negativas?
Isso vai depender do gasto energético total de cada indivíduo e do tipo de carboidrato (simples: açúcares e amidos ou composto: fibras). Se o gasto energético for alto, ele poderá aproveitar melhor o alimento sem armazená-lo, mas de modo geral, os carboidratos simples e as gorduras possuem menor gasto calórico.

4. Esse trabalho da digestão tem como resposta uma fome mais intensa?
Sim, quanto mais rápida a digestão e o esvaziamento gástrico, menor o tempo de saciedade, o que caracteriza apetite mais intenso e, principalmente, por carboidratos.

5. As calorias usadas na digestão variam de acordo com o organismo? Ou a média é bem próxima da realidade?
Sim, variam conforme o indivíduo. Cada pessoa tem um ritmo de vida que determina seu metabolismo e isso influenciará diretamente no efeito térmico dos alimentos.

6. Ou é o contrário, as calorias ficam tanto mais negativas quanto mais difícil for a digestão?
Baixo valor calórico e alto teor de fibras são dois determinantes para classificar o alimento como negativo quanto ao efeito térmico no processo de digestão. Quanto mais fibra, mais difícil a digestão e mais energia consumida.

7. Em geral, legumes e frutas recebem o selo de "calorias negativas". Em que medida, pensando exclusivamente nas calorias, eles devem estar presentes na dieta?
São alimentos que possuem alto teor de fibras insolúveis e, para o bom funcionamento do intestino e manutenção do peso corporal, devem estar presentes diariamente, pelo menos uma vez ao dia na dieta.

8. É possível emagrecer pensando somente nas calorias negativas?
Existe uma dieta baseada no conceito de "Calorias Negativas", com bom resultado quando o objetivo é perder peso. Mas ela deve ser bem orientada para não gerar deficiência de alguns nutrientes, afetando o equilíbrio do organismo.

9. É possível montar uma equação em que essas calorias negativas são subtraídas da quantidade de energia consumida no dia?
Para isso é necessário calcular o Gasto Energético Basal, Repouso e Total do individuo e analisar toda a dieta.

10. É possível associar calorias negativas e índice glicêmico? Se sim, de que forma?
Sim, quanto maior o índice glicêmico, menor o gasto de energia para digestão, ou seja, a caloria não é negativa.

*** Qual a diferença entre os leites dos tipos A, B e C? ***


Os leites dos tipo A, B e C possuem praticamente a mesma composição nutricional. A diferença entre eles está no tipo de rebanho, ordenha, processo de obtenção e número de bactérias presentes após pasteurização.

A Instrução Normativa no 51, de 18/09/2002, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, contém os regulamentos técnicos de produção, identidade e qualidade dos diferentes tipos de leites, descritas a seguir:

O leite tipo A é obtido de um único rebanho e não há contato manual com o leite em nenhuma fase do processo, ou seja, a ordenha é mecânica e o leite segue por tubulações diretamente para o compartimento onde sofre pasteurização, homogeneização e envase. O número máximo de bactérias permitido para este leite é de 500/ml.

O leite tipo B é obtido de rebanhos diferentes e sua ordenha pode ser realizada mecânica ou manualmente. O leite deve ser refrigerado no próprio local da ordenha (propriedade rural) por até 48 horas em temperatura igual ou inferior a 4ºC e transportado em tanques até o local apropriado, onde será processado. O número máximo de bactérias permitido para este leite é de 40.000/ml.

O leite tipo C tem a mesma origem e tipo de ordenha do leite tipo B. Entretanto, não é refrigerado na fazenda leiteira. Após a ordenha, o leite é transportado em tanques até um local apropriado (estabelecimento industrial) até as 10:00 h do dia de sua obtenção, onde só então é processado, seguindo os prazos estipulados por lei. Este processo eleva bastante o número de bactérias presentes no leite, que pode chegar, por determinação da lei, a 100.000/ml.

LEITE TIPO A
É um leite de excelente qualidade microbiológica e pode ser consumido, desde que resfriado e armazenado corretamente, de 5 dias a 7 dias após a pasteurização. o leite Tipo A não pode ser transportado cru, e por isso, tem que ser pasteurizado e embalado na própria fazenda. A legislação brasileira só permite a produção do leite Tipo A integral (teor de gordura 5,6%), ou seja que não é retirado nenhuma parte da gordura. Não existe leite Tipo A desnatado ou semi desnatado, cujo teor de gordura é de menos 0,5% e 0,2% respectivamente.

LEITE TIPO B
É um leite de boa qualidade. Porém a contagem de microorganismos no momento da pasteurização se encontra em níveis mais elevados, pelo menor controle da higiene na produção e na refrigeração. Há um maior intervalo entre a ordenha (na fazenda) e a pasteurizacão (nos laticínios). O leite tipo B, também só é encontrado na forma integral.

LEITE TIPO C
É um leite de baixa qualidade, inclusive, com modificação no sabor pelo elevado número de bactérias antes da pasteurização, pois o leite é entregue na plataforma dos laticínios na temperatura ambiente. E a conseqüência é uma vida de prateleira muito curta, menos que 3 dias. Alguns cientistas da área de alimentação não recomendam o consumo desse leite.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

*** FELIZ NATAL ***


Votos de paz e amor
Nesse momento de paz, onde todas as pessoas se abraçam, se entendem, se cumprimentam e buscam por novos sonhos, para tentar descobrir a razão de ser feliz de verdade.
Neste momento onde Deus se faz presente em cada oração, cada família, em todos os lares, eu também gostaria de expressar o meu carinho por você.
Quero dizer, do amor do Pai pela sua vida, desejar que os seus passos nunca estão sós; estão sempre amparados pelos querubins e arcanjos que têm a missão de caminhar com você segurando firme em suas mãos, para que os seus pés nunca venham a tropeçar no meio do caminho.
Que neste Natal você possa sentir a presença de Deus, da paz, do amor e do perdão.
Feliz Natal, na paz de Deus, que sempre pode todas as coisas; pois, para o Senhor nada é impossível.
Desejo que você realize os seus ideais.
Feliz Natal

JULIANA CARNEIRO

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

*** CUIDANDO DA PELE ***


A pele é o maior órgão do corpo humano, ela participa da proteção contra agressões do meio ambiente, impede a invasão de agentes tóxicos, microorganismos, excesso de radiação ultra violeta, forças mecânicas e temperaturas elevadas. A pele portanto, sofre naturalmente desgastes e perda de elasticidade ao longo da vida. Má nutrição celular, stress e disfunções hormonais podem contribuir para o envelhecimento da pele.


VAMOS NUTRIR NOSSAS CÉLULAS?


Nutrientes importantes para nutrição celular:
- Coenzima Q10 (carne bovina, sardinha, amendoim e espinafre)
- Silício (aveia, cevada, salsa, nabo, avelã, feijão, centeio, trigo, banana, alho)
- Vitamina C (frutas e vegetais)
- Selênio (castanha do pará, nozes, lentilhas, gérmen de trigo, pistache)
- Vitamina E (óleos vegetais, ovos, fígado, gergelim, girassol)
- Cobre (ostras, fígado, chocolate, nozes, leguminosas, cereais, frutas secas, aves)
- Manganês (abacaxi, amêndoas, aveia, arroz integral, farinha de trigo integral, espinafre, batata doce)
- Colágeno (carnes, frango, peixes, gelatina, colágeno hidrolisado)
- Zinco (açafrão, gengibre, inhame, carne, caranguejo, ostras, leguminosas, oleaginosas, sementes e cereais integrais)

*A pele também precisa ser constantemente hidratada! Beba pelo menos 2 litros de água ao dia.
*Outros alimentos antioxidantes importantes: amoras, acerola, cereja, framboesa, uvas vermelhas, casca de berinjela, etc.


Suco desintoxicante para a pele

100 ml suco de uva orgânico concentrado 150 ml de água 100 ml de água de coco 3 framboesas ou 1 colher de sopa de blueberrys 1 lasca de gengibre sem casca 1 sachê de colágeno hidrolisado . Misturar no liquidificador e coar.

*** DIFERENÇAS ENTRE OS LACTOBACILOS ***




Todos os iogurtes contém lactobacilos e são considerados benéficos a saúde. Mas existem produtos à venda com adição de mais lactobacilos (probióticos). Os probióticos são microorganismos vivos que, quando consumidos em quantidades adequadas, auxiliam no funcionamento do organismo. Existem vários tipos de probióticos e cada cepa tem um efeito específico. O probiótico presente no Actívia é o Bifidobacterium animalis DN 173-010, também conhecido como DanRegularis. Esta cepa de bactéria atua na regulação do tempo de trânsito intestinal. O lactobacilo presente no Yakult chama-se L.casei shirota, este tem o poder de resistir a acidez do estômago e colonizar o intestino auxiliando também no seu funcionamento. Ambos podem ser indicados para melhora da prisão de ventre e/ou diarréia. A novidade do mercado é o probiótico presente no Actimel, o Lactobacillus casei DN114-001, também conhecido como L. casei defensis. Este lactobacilo atua fortalecendo as defesas naturais do organismo, ou seja, dá suporte ao sistema imune. Outro iogurte interessante é o BioFibras da BATAVO, este produto contém duas cepas diferentes de lactobacilos, acidophilus e bifidobacterium lactis, essas cepas atuam na restauração da flora intestinal.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

*** ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS ***


Quais os riscos de tanta praticidade?

Os produtos industrializados ocupam uma parcela cada vez maior do mercado de alimentos. Eles são bastante práticos, pois já vêm prontos ou semi-prontos. Entretanto, para conseguir a praticidade e durabilidade dos produtos, os fabricantes se utilizam de milhares de aditivos químicos.

Conheça os aditivos químicos mais usados e saiba suas conseqüências para a saúde antes de optar por um alimento industrilizado

Os produtos industrializados ocupam uma parcela cada vez maior do mercado de alimentos. Eles são bem práticos, pois já vêm prontos ou semi-prontos. O único trabalho é abrir a embalagem, e mesmo as embalagens estão cada vez mais fáceis de abrir. Além da praticidade, os alimentos industrializados também possuem um prazo de validade bem maior do que os produtos "in natura", tornando fácil o armazenamento. Vieram para ficar e representam uma solução para a vida corrida das grandes cidades.

Acontece, porém, que existe uma regra universal, de conhecimento popular, chamada lei das compensações. De acordo com ela, as coisas boas, na maioria das vezes, não são tão boas quanto parecem, assim como as ruins também não são tão ruins quanto possam parecer à primeira vista. Em tudo há uma parte boa e uma parte ruim. Assim, importa analisar os prós e os contras para decidir o que é melhor.

Como não poderia deixar de ser, esta regra se aplica também aos alimentos industrializados. Para conseguir a praticidade e durabilidade dos produtos, os fabricantes se utilizam de milhares de aditivos químicos, que, na grande maioria das vezes, não fazem bem à saúde de quem os consome com freqüência. O uso desses produtos químicos deve ser discriminado nas embalagens dos alimentos. O nome de muitos desses produtos químicos vêm codificados, talvez para que o consumidor não se assuste ao ler estas informações do rótulo. Portanto, é uma questão de escolher entre o aspecto saudável dos alimentos "in natura", e a praticidade dos alimentos artificiais e/ou industrializados.

Os produtos químicos encontrados com maior freqüência nos alimentos industrializados são:

Corantes
Aromatizantes
Conservantes
Antioxidantes
Estabilizantes
Acidulantes
Conheça melhor esses aditivos químicos:

Corantes
A função dos corantes é "colorir" os alimentos, fazendo com que os produtos industrializados tenham uma aparência mais parecida com os produtos naturais e mais agradável, portanto, aos olhos do consumidor. Eles são extremamente comuns, já que a cor e a aparência tem um papel importantíssimo na aceitação dos produtos pelo consumidor. Uma gelatina de morango, por exemplo, que fosse transparente não faria sucesso. Um refrigerante sabor laranja sem corantes ficaria com a aparência de água pura com gás, o que faria que parecesse mais artificial, dificultando sua aceitação. É inegável que uma bebida com sabor de laranja e com cor de laranjada é muito mais agradável de se beber do que uma bebida incolor com gosto de laranja.

Os corantes são encontrados na grande maioria dos produtos industrializados, como as massas, bolos, margarinas, sorvetes, bebidas, gelatinas, biscoitos, entre outros.

Aromatizantes
Os aromatizantes tem por função dar gosto e cheiro aos alimentos industrializados, realçando o sabor e o aroma. Assim como os corantes, os aromatizantes também fazem com que os alimentos industrializados se pareçam mais com os produtos naturais, pois como já foi dito, isso é essencial na aceitação do produto pelo consumidor.

Informar que um salgadinho artificial de milho tem sabor e cheiro de presunto ou de churrasco faz com que ele seja mais aceitável, já que o consumidor vai reconhecer naquele produto um sabor que ele já conhece, de algum outro produto não industrializado que ele já comeu, causando a falsa impressão de que o produto não é tão artificial assim.

Muitos alimentos não possuem em sua composição as frutas que as embalagens anunciam, mas apenas aromatizantes que lhes imitam o sabor e aroma. São encontrados em sopas, carnes enlatadas, biscoitos, bolos, sorvetes, entre outros.

Conservantes
Ao contrário dos corantes e aromatizantes, os chamados conservantes não possuem função de fazer com que os produtos industrializados pareçam ser o que na realidade não são, ou seja, naturais. Sua meta é evitar a ação dos microorganismos que agem na deterioração dos alimentos, fazendo com que durem mais tempo sem estragar.

É possível reconhecer o uso de conservantes na composição dos produtos a partir da leitura dos rótulos das embalagens. Eles são caracterizados pelos códigos P1 a P10. São encontrados em refrigerantes, concentrados de frutas, chocolates, sucos, queijos fundidos, margarinas, conservas vegetais, carnes, pães, farinhas e em milhares de outros alimentos industrializados.

Antioxidantes
Assim como os conservantes, os antioxidantes procuram manter os alimentos em boas condições de consumo por mais tempo. Eles tem sua principal aplicação em óleos e gorduras, impedindo ou retardando sua deterioração, evitando a formação de "ranço" por algum processo de oxidação.

Podem ser encontrados em sorvetes, leite em pó instantâneo, leite de côco, produtos de cacau, conservas de carne, cerveja, margarina, óleos e gorduras em geral, farinhas, polpa e suco de frutas, refrescos e refrigerantes.

Estabilizantes
São utilizados para manter a aparência dos produtos, tendo como principal função estabilizar as proteínas dos alimentos. É possível identificá-los nos rótulos das embalagens pelos códigos ET1 até ET29.

Acidulantes
São utilizados principalmente nas bebidas com função parecida com a dos aromatizantes.

Os acidulantes podem modificar a doçura do açúcar, além de conseguir imitar o sabor de certas frutas e dar um sabor ácido ou agridoce nas bebidas.

Também aparecem codificados nas embalagens, sendo reconhecidos pela letra H. São encontrados nos sucos de frutas e refrigerantes, entre outros.

Aditivos Alimentares
(Fonte: Cartilha Novas Tecnologias - Procon-PBH)
Os aditivos alimentares são largamente utilizados pela indústria alimentícia. Aqui vale a máxima "é a dose que faz o veneno". Na prática isso significa controlar o consumo de alimentos industrializados, diversificando ao máximo a dieta. Assim, o consumidor elimina o risco de estar acumulando altos níveis de uma determinada substância química no organismo. A dosagem de cada um dos aditivos considerada segura é determinada pela FAC e pela OMS - respectivamente Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e Organização Mundial de Saúde. Veja o significado e a indicação dos estranhos nomes nos rótulos dos produtos industrializados:

C: São corantes naturais (Cl) ou artificiais (C2).

F: Indica aromatizantes ou flavorizantes, que têm o papel de realçar, respectivamente, o odor e o sabor dos alimentos. Há naturais e artificiais.

EP: Sinónimo de espessante, cuja função é dar consistência ao alimento. Geralmente, é de origem vegetal.

U: É o umectante. que impede o ressecamento do alimento.

AU: São os anti-umectantes, que evitam a absorção de umidade.

ET: Indica a presença de estabilizantes para impedir que os diferentes ingredientes se separem. Os mais comuns são óleos naturais.

H: Sigla dos acidulantes, responsáveis por acentuar o sabor ácido do alimento industrializado. Alguns estão naturalmente presentes nas frutas.

D: Ou edulcorantes. Usados nos produtos dietéticos em substituição ao açúcar

P: Significa a presença de conservantes.

A: São os anti-oxidantes, que evitam a rancificação de produtos gordurosos.


Produto: Salsicha.
Aditivos Possíveis: Antioxidante e realçador de sabor.
Principal Risco: Os conservantes mais usados em embutidos são os nitritos e nitratos, reconhecidamente carcinogênicos. Não se iluda achando que salsichas sem corante tomam-se um alimento saudável.
Dicas: Reduza ao mínimo o consumo de embutidos dando preferência às carnes frescas.

Produto: Pudins e Iogurtes
Aditivos Possíveis: Espessante, aromatizante, acidulante, conservante e corante.
Principal Risco: Nessa classe de produtos, os corantes e conservantes representam o maior risco. Em excesso, podem causar alergias e disfunções digestivas e metabólicas.
Dicas: Pudins feitos em casa são imbatíveis e uma coalhada enriquecida com frutas frescas é uma opção melhor do que o iogurte industrializado.

Produto: Hambúrguer
Aditivos Possíveis: Antioxidante, conservante. corante, estabilizante, realçador de sabor.
Principal Risco: O glutamato monossódico, um reforçador de sabor já foi alvo de acusações de ser carcinogênico, mas não há comprovação científica a respeito.
Dicas: Sempre que possível, substitua o hambúrguer industrializado por um caseiro, feito com carne moída fresca.

Produto: Gelatinas, Balas e Doces
Aditivos Possíveis: Acidulante, aromatizante e corantes artificiais.
Principal Risco: Os corantes são os vilões, pelo risco de alergias. A longo prazo, há suspeitas de que possam levar a danos digestivos, metabólicos e até neurológicos.
Dicas: Uma boa substituição são os doces e caramelos caseiros. além de gelatina de folha, transparente. enriquecida com suco natural de frutas.


FONTE: WWW.CONSUMIDORBRASIL.COM.BR

*** CALORIAS GASTAS EM ALGUMAS ATIVIDADES ***


Calorias/hora

Andar 5 km/h = 222kcal

Basquete competição = 630kcal

Bicicleta fixa = 377kcal

Corrida 10 km/h = 638kcal

Futebol competição =500kcal

Ginástica = 306kcal

Ginástica leve = 171kcal

Golfe (andar) = 285kcal

Patinação = 498kcal

Escalada montanha = 500kcal

Trotear à cavalo = 468kcal

Nado crawl = 666kcal

Skate = 316kcal

Surf = 342kcal

Tênis Simples = 315kcal

Vôlei= 234kcal


FONTE: WWW.SITEMEDICO.COM.BR